Capitulo 8 - parte 2 - Toques...

Finalmente consegui!

Agora vou ja começar a escrever o proximo :P para nao terem de esperar muito

Eu sei que é pequeino...mas o proximo nao vai ser...

 

I hope enjoy!

 

Tomei duche o mais depressa possível, lavei os dentes e vesti uns calções brancos ás bolinhas pretas e uma t-shirt do Din.

Voltei para a sala de estar onde o Ian estava á minha espera.

O Ian quando me viu lanço-me um olhar com os olhos azuis em chamas, que por muito raro que seja, fez-me corar.

 

 

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Ok … eu sei que estava linda, e tinha-me preparado para ele gostar. E parece que ele gostou muito.

Dai-lhe um sorriso reprimido. A Cat, para admirar, já estava (outra vez!) ao pé do Kyle.

Eles já não estavam a jogar. Agora estavam a ver um filme romântico. Eu gosto de filmes românticos mas prefiro terror.

Eu, sentei-me no mesmo braço da poltrona. Tentei relaxar os músculos quando ia a andar para lá, mas não consegui. Parecia uma estátua a mexer-me pela primeira vez.

Que eu notasse, o Ian nem reparou no meu nervosismo.

Ao sentar-me ouvi-o a suspirar:

- A menina Ree está muito sexy! – Disse encostando a boca ao meu ouvido…com uma voz tão sedutora, que me perdi nela. Parecia fazer eco na minha cabeça. Não pelo sentido da frase, mas pela maneira com ele o disse.

Virei-me para ele, e dei-lhe uma pancadita no ombro. Ele fingiu que tinha doído e soltou um Ai!

De repente, agarrou-me pela cintura, puxando-me para ele. Começou a fazer-me cócegas.

- I-I-an n-ão se-j-as par-vo! – soletrava eu, mas ele não obedecia.

Não era justo! Eu estava a Rir-me tanto que não tive forças para me libertar. Estava sentada em cima e ele a fazer-me cócegas como se não houvesse amanha.

- Pára Ian! – Disse eu a tentar parecer chateada.

Eu e ele riamo-nos juntos. Eu não me ria só devido ás cócegas, mas também devido ao riso dele – que apesar se ás vezes ser sinistro, era simplesmente melodioso – que contagiava qualquer um.

Nem me preocupei em olhar para a reacção do Din, Cat , Miriam e Kyle. Mesmo sabendo que o Din e a Cat iam perguntar depois…

Só queria aproveitar o momento. Memorizar e desejar que aquela felicidade de estar com ele nunca terminasse.

Sentia um fogo entre nós. Mesmo eu fingindo que me quero soltar, queria estar ainda mais próxima dele. Como se fosse possível…

Mas será que ele sentia a bola de fogo entre nós? Será que ele percebe que eu perco me nos olhos azuis dele? Será que se apercebe que a fazer estas brincadeiras, estame a dar esperanças? Ou será que quer apenas brincar um pouco comigo?

Tantas perguntas e só uma certeza.

Passava o resto da minha vida nesta rotina… e nunca, NUNCA me iria fartar.

 

 

 

Parou com as cócegas. Mas continuava a agarrar pelos pulsos e a puxar-me para junto de si. Foi aí que olhei para a ‘plateia’ para ver a reacção.

Impressionantemente, estavam a falar como se nada passasse, como se eu nos últimos 5 minutos não tivesse a rir e a gritar feita louca.

Ok. Na boa…

Deixei-me estar no colo dele. Não estava a perceber nada do filme mas vingi estar a vê-lo

No momento em que estava começar a perceber o filme entrou em intervalo ! O Ian disse:

- Vamos para a varanda?

- Tás doido! Está muito frio! – reclamou a Miriam.

- Acho boa ideia! – interrompeu o Din – Anda lá Miriam… o frio é psicológico! E soltou uma gargalhada.

- Pois, pois ...

 

Depois de algum tempo! E não foi fácil…Fomos para a varanda.

Levantei-me e peguei numa manta para mim. Era de noite… tinha de estar frio. E eu estava de calções e alças, ou seja, ia ter muito frio!

 

A varanda era espaçosa o suficiente. Tinha uma mesa de café com cadeira á volta. Tinha um estendal portátil ao fundo e um cesto de basquete …

Ao passar pela porta da cozinha espreitei e vi as horas: era 1h30 da manhã. Tenho a certeza que o Ian não tinha a noção que já era muito tarde, ou talvez só quisessem ficar mais algum tempo.

 

Sentamo-nos nas cadeiras á volta da mesa. Jogamos ao policia/ladrão, ao Cames e muitos mais jogos de cartas.

Ficamos até tarde. O céu estava totalmente negro. Sem nenhuma estrela.

Só uma lua. Lua Cheia.

Estava a atingir o topo do céu, quando reparei que a os lábios da Cat moviam-se como estivesse a falar, mas a mim não me chegava qualquer tipo de som. Um silencio.

De repente, tudo ficou resumido a isso.

Senti os olhos pesados e, não sei porque, inclinei a cabeça para o ombro do Ian.

- Sono? – a voz dele parecia desvanecer-se num espaço infinito. Como se se fosse repetindo vezes e vezes sem conta noutro lugar, num lugar mais pessoal, mais intimo.

No meu subconsciente.

 

Não sei o que senti. Um movimento constante. Passos.

Estava ao colo de alguém.

Fintei o rosto tranquilo do Ian, a desaparecer vertiginosamente entre a névoa que me cobria os olhos.

- Obrigada – murmurei baixo. Tão baixo, que não sei ate que ponto poderei ter imaginado dito.

 

E, então, perdi-me na escuridão.

 

 

 

 

Beijinhos pessoal!!  e comentem

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publicado por RiiBaptista às 23:48 | link do post | comentar